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#AsDuasVidasImportam: 14ª Marcha Nacional pela Vida apresenta trabalho de casas de apoio às gestantes

O trabalho de diversas casas de apoio à gestantes foi o destaque da 14ª Marcha Nacional pela Vida, realizada na noite da última terça-feira, 15 de junho. A edição deste ano foi realizada novamente pelo formato virtual devido às restrições impostas pela pandemia do coronavírus (Covid-19).

Com o tema #AsDuasVidasImportam, a transmissão da live contou mais uma vez com o apoio da TV Mundo Maior, de São Paulo, e foi conduzida de forma voluntária pela cantora Mari Rocha e pela fundadora do Cervi/SP, Rose Santiago. A live foi transmitida pelos canais do Brasil sem Aborto no Youtube, Instagram e Facebook, além de mais de 20 canais que retransmitiram o evento online.

O tema escolhido para a edição deste ano da Marcha Nacional pela Vida faz parte da campanha #AsDuasVidasImportam, lançada em dezembro do ano passado pelo Movimento Brasil sem Aborto. Ao lançar a campanha, o site do Brasil sem Aborto disponibilizou uma lista de instituições de apoio às gestantes divididas em dois segmentos: com e sem abrigamento.

Ao longo de toda a live, as apresentadoras conduziram o público por uma grande “marcha” pelas regiões do Brasil para apresentar o trabalho de algumas dessas instituições de apoio às gestantes. Na região sul, os espectadores conheceram o Servi/RS e o Lar Preservação da Vida/PR. No centro-oeste, Santos Inocentes/DF, Lar Maria de Nazaré/DF e Casa Tranistória Amor de Mãe/GO. No Sudeste, Cervi/SP, Associação Filhos da Luz/SP e a Associação Guadalupe/SP. E na região nordeste, o Centro Humanitário de Amparo à Materninda – Chama/CE.

Durante o evento, foi lançado o vídeo da segunda etapa da campanha #AsDuasVidasImportam. Nessa etapa, em parceria com o Cervi/SP, a Associação Guadalupe/SP e o Lar Preservação da vida/PR, o Movimento Brasil sem Aborto disponibilizou contatos para o acolhimento de gestantes. Assista ao vídeo

Participações especiais – A primeira convidada foi a presidente do Movimento Brasil sem Aborto, Lenise Garcia. Em sua participação, ela falou sobre o livro “Abortos forçados”, do qual é coautora, e destacou casos em que a mulher é forçada a abortar. Segundo ela, o subtítulo do livro “Como a legalização do aborto tira das mulheres seus direitos reprodutivos” é uma reflexão sobre a expressão “direitos reprodutivos”, usada frequentemente por aqueles que defendem a legalização do aborto, como se o aborto fosse um direito. Lenise explicou que há uma contradição nesse uso, tendo em vista que direitos reprodutivos seria o direito da mulher de ter os seus filhos. “É exatamente nesse sentido que queremos mostrar que a legalização do aborto muitas vezes vai trazer a mulher para uma situação de ser forçada a abortar, como de fato ela já é na maior parte das vezes com o aborto clandestino”, comentou.

Outra participação especial foi do presidente de honra do Movimento Brasil sem Aborto, Jaime Ferreira Lopes. Ele destacou que a marcha deste ano é um marco porque o Movimento Brasil sem Aborto completa 15 anos. Jaime Lopes assinalou que o tema desta marcha #AsDuasVidasImportam “quer nos chamar a atenção para o valor da vida, seja a que está no ventre materno, seja a mãe que está gerando esta nova vida humana. Ambas são vidas e devem ser protegidas e amadas”. O presidente de honra do Brasil sem Aborto também relacionou a pandemia sanitária que estamos vivendo com a “pandemia silenciosa dos abortos que ceifam vidas todos os dias no planeta”. E destacou o trabalho daqueles que se empenham em defender a vida, buscando, por meio de aconselhamento e acolhimento, impedir que as mulheres que pensam em fazer um aborto desistam.

Também representando o Movimento Brasil Sem Aborto, Lourivan Macedo, coordenador do Comitê Goiano, falou a importância das marchas pela vida, tanto presenciais quanto virtuais. E citou que o comitê realiza há 13 anos marchas em defesa da vida de forma ininterrupta. E trazendo a experiência de outro formato de marcha, Thelma Albano, do Comitê do Espírito Santo, contou como foi a carreata em defesa da vida realizada em Vitória (ES).

A 14ª Marcha Nacional pela Vida ainda contou com a participação da secretária nacional da família do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Ângela Gandra, e do secretário de atenção primária à saúde do Ministério da Saúde, Raphael Câmara. Os dois falaram sobre o trabalho em defesa da vida e de apoio à gestante realizado pelas secretarias que atuam.

Também marcaram presença na Marcha Nacional pela Vida o pastor Ranulfo Nascimento, da Igreja Batista Monst’Serrat do Rio Grande Sul, e Dom Ricardo Hoepers, presidente da Comissão para a Vida e a Família da CNBB.

Saúde da mulher – Outro tema abordado durante a live foram as consequências do abortamento provocado para as mulheres. A médica de família Patrícia Junges Frantz falou sobre os aspectos psicológicos e a ginecologista obstetra falou sobre os aspectos físicos.
E a ginecologista, obstetra, homeopata, ayurveda e mestre em Saúde Pública, Luciana Lopes Lemos, fez uma reflexão sobre o aborto. “Nenhuma mulher sai de um aborto provocado melhor, mais feliz, mais bonita, mais empoderada, mais iluminada”, frisou.

Atrações artísticas – A 14ª Marcha Nacional pela Vida também teve diversas atrações artísticas. Logo no início, o músico Alonso Albuquerque cantou a música “Brasil pelas Duas Vidas”. E o cantor Nando Cordel, autor da música-símbolo das marchas pela vida “Paz pela Paz”, ofereceu ao Movimento Brasil sem Aborto a honra de lançar sua mais recente canção em defesa da vida: “Me deixe nascer, eu quero viver”, que emocionou o público.

A cantora Elba Ramalho também marcou presença. Ela recitou o poema “Mãe”, de Mário Quintana. E no finalzinho da marcha, Giovanna Carazza, de apenas 4 anos, cantou a música “Brasil pelas Duas Vidas”, de Alonso Albuquerque. A live foi encerrada com a música “Me deixe viver”, da apresentadora e cantora Mari Rocha e amigos.

Homenagem – Ao final, o professor Humberto Vieira (1938-2015), fundador da Associação Nacional Provida e Pró-família, o Dr. João Carlos Biagini (1948-2021), membro efetivo e diretor da União dos Juristas Católicos de São Paulo, e o Sr. João Rodarte Rosa de Oliveira (1956-2021), cofundador da Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza foram homenageados.

Clique aqui para assistir a live da 14ª Marcha Nacional pela Vida

Comitê Goiano realiza mais uma Marcha Virtual pela Vida

Em maio de 2020, ainda no início das restrições impostas pela pandemia, o Comitê Goiano da Cidadania em Defesa da Vida foi o primeiro a realizar uma Marcha Virtual.

Neste ano, mais uma vez será desta forma, o que permite a participação de pessoas de todo o mundo por meio da internet.

Participe! A Marcha Viirtual pela Vida será na próxima quinta-feira, 27 de maio, às 20 horas. Você pode acompanhar pelos canais do Facebook (@brasilsemabortooficial) e do Youtube (brasilsemabortooficial)

#MarchaVirtualPelaVida movimenta redes sociais

Com um formato inédito, devido às limitações impostas pelo isolamento social, o Movimento Brasil sem Aborto realizou a 13ª edição da Marcha Nacional pela Vida. A mobilização virtual movimentou as redes sociais nos últimos dias, especialmente, na tarde dessa terça-feira, 2 de junho, com a realização da #MarchaVirtualPelaVida, por meio de uma live transmitida pelo canal do Movimento Brasil sem Aborto no Youtube. Até o momento, o vídeo da #MarchaVirtualPelaVida conta com mais de 4.600 visualizações.

A transmissão da live teve o apoio da TV Mundo Maior e da Rádio Boa Nova e foi conduzida de forma voluntária pela apresentadora Ana Ariel e a jornalista Renata Dourado, que participou de Brasília. Com o tema Pelas duas vidas – Pela vida do bebê e Pela vida da mãe, a programação contou com a participação de médicos, juristas, religiosos e artistas. Durante três horas, foram apresentados depoimentos, atrações artísticas, vídeos e entrevistas com convidados que responderam a perguntas dos internautas. Os participantes também comentaram sobre mitos relacionados à legalização do aborto, demonstrando a verdade sobre o assunto.

Diversos artistas participaram da live. Entre os participantes, a cantora Elba Ramalho, que recitou poemas de Mário Quintana, a cantora Zezé Luz, do Rio de Janeiro, que cantou a música “Deixe-me viver”, o cantor Gerson Borges, que cantou a música “Vida gerando vida”, o cantor Diego Azevedo, que cantou a música “Depende de você”, e a cantora mirim Giovanna Carazza.

A #MarchaVirtualPelaVida também teve a participação de diversos comitês pela vida do Movimento Brasil sem Aborto de todo país.

Acolhimento das gestantes – A convidada Rose Santiago, fundadora, conselheira e presidente de honra do Centro de Reestruturação para a Vida – Cervi/Brasil falou sobre o acolhimento a todas as gestantes. Ela explicou que o Cervi/Brasil trabalha há 20 anos para dar apoio integral à mulher que enfrenta uma gravidez inesperada, vítima de abuso ou de violência. “É muito bom, ao longo desses 20 anos, poder oferecer um abraço para a mulher que enfrenta essa gravidez”, comentou. Segundo ela, o Cervi oferece apoio psicológico encaminhamentos psiquiátricos, cursos às gestantes, nutricionistas, fisioterapeutas, entre outros. “Isso tudo para mostrar que a vida vale a pena. Quando a mulher se sente abraçada, a opção pela vida é a melhor. Nenhuma mulher que já passou pelo Cervi e optou pela vida se arrependeu”, contou.

Foram apresentados vídeos com o trabalho das casas de acolhimento às gestantes como o Lar de Preservação da Vida, no Paraná, a Associação Guadalupe, em São Paulo, e a Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza, no Distrito Federal.

Ativismo judicial – Durante a transmissão, também foram abordadas as ações que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de legalizar o aborto no país, como a ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) 442, ajuizada pelo PSOL e que pede a legalização do aborto até a 12ª semana de gestação. A presidente do Movimento Brasil sem Aborto, Lenise Garcia, disse esperar que o STF se manifeste da mesma forma como decidiu no recente julgamento ação direta de inconstitucionalidade (ADI) 5581, que pedia a legalização do aborto em casa de contaminação de zika vírus pela gestante. No caso, por unanimidade, com ressalvas do ministro Roberto Barroso, o Plenário Virtual da Corte julgou a ação prejudicada.

O advogado, presidente da Adira e autor do livro O Poder sobre a Vida, José Miranda de Siqueira, ressaltou que nos últimos anos tem havido uma judicialização indevida em relação ao direito à vida. Ele explicou sobre a separação dos Poderes e a importância de que o assunto não seja decidido pelo Judiciário e sim, debatido pelo Poder Legislativo.

Em sua participação, o defensor público federal Danilo Martins, designado para representar a Associação Guadalupe na ADPF 442, explicou o que é essa ação e respondeu a perguntas dos internautas. Danilo Martins também comentou sobre a omissão da Defensoria Pública em defender o nascituro. Segundo ele é, essa omissão é contra a lei porque o Código Civil prevê a defesa do nascituro desde a concepção.

Saúde da mulher – A ginecologista natural, obstetra humanizada, homeopata e mestre em saúde pública, Luciana Lopes Lemos falou sobre a saúde da mulher. Ela explicou sobre as sequelas psicológicas nas mulheres que provocam o aborto. Segundo ela, estudos científicos realizados com milhares de mulheres registram aumento de ansiedade, depressão, uso de álcool e drogas, tentativas de suicídio e suicídios, dificuldade de relacionamento, pesadelos, entre outras consequências. Luciana Lopes também comentou sobre os danos físicos causados pelo aborto. “As pessoas acham que a legalização do aborto vai acabar com os problemas, com as sequelas. Isso é mentira. Os problemas continuam”, explicou.

A advogada Fernanda Feitosa também participou da live e contou a experiência com o nascimento do seu filho Rafael, que nasceu com 25 semanas de gestação, pesando 680g e medindo 31 cm. “Sou mãe de um milagre”, contou Fernanda que escreveu um livro com o esse nome para narrar a história.

Fernanda também comentou sobre os chamados direitos sexuais reprodutivos, que incluem hoje o direito ao aborto. Segundo ela, os direitos sexuais reprodutivos dizem respeito ao direito de procriar da mulher e não podem incluir o aborto. “A partir do momento que a vida foi gerada, nascem os direitos fundamentais da pessoa humana da criança em gestação”, sustentou.

Clique aqui para assistir a live da #MarchaVirtualPelaVida 

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Marcha Virtual pela Vida

Hoje, dia 2 de junho de 2020, estaríamos todos em Brasília para a 13ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida – Brasil sem Aborto. Um momento sempre muito aguardado, onde encontramos pessoas que viajam de vários estados do Brasil até a Capital Federal para defender o primeiro de todos os direitos de qualquer ser humano – o DIREITO À VIDA!

Quis uma criaturinha microscópica com nome de ducha que este ano fosse diferente. Mas nem por isso a defesa da vida deixa de acontecer. Da mesma forma que os que pretendem a legalização do aborto não param, nós também mantemos a nossa guarda, na defesa dos nascituros.

Uma MARCHA VIRTUAL! Cada um em sua casa. Todos reunidos num mesmo propósito. E graças à tecnologia, alcançando um número muito maior de pessoas que até gostaria, mas não tem condições de ir a Brasília numa terça feira, dia em que as atividades no Congresso Nacional começam a acontecer.

A todas as pessoas que participaram e continuam participando, na divulgação, enviando suas fotos, queremos dizer: Estamos juntos! Pela vida da mulher. Pela vida do bebê. Pelas duas vidas!

BRASIL SEM ABORTO!

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Marcha Virtual pela Vida será realizada no dia 2 de junho

Está chegando mais uma Marcha Nacional pela Vida!! Neste ano, em virtude da pandemia do coronavírus (Covid-19), a 13ª edição será virtual e terá como tema Pelas duas vidas – Pela vida do bebê e Pela vida da mãe. Acompanhe pelas redes sociais do Movimento Brasil sem Aborto uma programação especial! Você pode participar enviando comentários e também postando em suas redes sociais. Participe de onde você estiver, usando a hashtag #MarchaVirtualpelaVida! Marque em sua agenda, convide amigos e parentes e participe: dia 2 de junho, a partir das 15h.

Allan Araújo, organizador da Marcha Virtual pela Vida e secretário-geral do Movimento Brasil sem Aborto, destaca que o objetivo é manter a mobilização contra a aprovação do aborto, sem deixar de lado os cuidados de distanciamento social e não realização de eventos com aglomeração de pessoas. “Dessa forma, o movimento contribui para a proteção da vida de todos os participantes e de não proliferação do contágio do vírus”, comenta.

Participe em suas redes sociais usando a hashtag #MarchaVirtualpelaVida e não esqueça de se inscrever em nosso canal do Youtube (brasilsemabortooficial)

Anote aí:

13ª Marcha Virtual pela Vida
Data: 2 de junho (terça-feira)
Horário: a partir das 15h
Local: redes sociais do Movimento Brasil sem Aborto
Youtube: brasilsemabortooficial
Facebook: @brasilsemabortooficial
Instagram: @brasilsemaborto
Twitter: @brasilsemaborto

Pela vida do bebê! Pela vida da mãe! Pelas duas vidas!

Brasil sem Aborto!!

 

 

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