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Mais de três mil pessoas compareceram às ruas de Brasília em defesa da vida e pediram a rejeição da ADPF 442, que solicita ao Supremo Tribunal Federal (STF) a legalização do aborto até 12 semanas de gestação. Além disso, os manifestantes destacaram a necessidade da aprovação do Estatuto do Nascituro (PL 478/2007), que aguarda a votação na Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados desde 2017.
A caminhada pela vida começou ao lado da Biblioteca Nacional e seguiu em direção ao Congresso Nacional, onde ocorreu o ato solene, com a presença de autoridades, líderes religiosos e apoiadores da causa, inclusive com a participação da primeira dama do Distrito Federal, Mayara Noronha.
Para a presidente do Movimento Brasil sem Aborto, Lenise Garcia, é necessário que os brasileiros que são contrários à legalização do aborto no Brasil manifestem as suas opiniões publicamente, mostrando às autoridades o verdadeiro anseio do número majoritário do povo brasileiro.
”Todas as pesquisas mostram que no Brasil mais de 70% da população é a favor da vida, mas às vezes somos silenciosos e os grupos que querem a legalização do aborto fazem muito barulho. Então, precisamos aprender a fazer ouvir a nossa voz e reafirmar que somos um povo que luta em favor da vida, tanto da criança que está sendo gerada quanto da mulher que está gerando”, afirma.
A Associação Santos Inocentes, localizada em Samambaia/DF, é um dos movimentos que esteve presente na XVI Marcha. Desde 2002, o movimento atua no acolhimento de mulheres grávidas carentes, resgatando a vida das crianças em gestação e auxiliando quando as mães desejam entregar os bebês para adoção. Segundo o missionário-gestor da Associação, Ari França, a Marcha é uma ação cívica essencial para alertar as autoridades sobre a importância da vida em todas as suas fases.
“Precisamos fortalecer essa luta que está sendo travada há tantos anos no Congresso. O nosso trabalho acontece como tantos outros de forma anônima, em todo o território nacional, para que as crianças que estão sendo geradas tenham o direito de nascer garantido, mas se a legalização do aborto for aprovada, dificultará demais o nosso trabalho de conscientizar e acolher as gestantes que desejam fazer o aborto”, destaca.
Várias famílias participaram da marcha. Antônia Lene esteve presente no evento, acompanhada pelos filhos, de 10 e 5 anos, e pelo marido, reforçando a luta contra o aborto. “É muito importante que meus filhos entendam o valor da vida, desde crianças. Falar do aborto é uma dor na alma, porque muitas mulheres não conhecem essa dor (de matar alguém), só sentem o peso desse ato depois que fazem o aborto”, destaca.
Clique aqui para ver as fotos e vídeos da 16ª Marcha Nacional pela Vida
Crédito da foto: Felipe Rodrigues
]]>O Estatuto do Nascituro (PL 478/07) é um marco para a proteção da vida desde a concepção e da mãe porque garante proteção ao nascituro e à gestante. O PL 478/07 não trata de assuntos relacionados à lei penal.
Para o secretário geral do Movimento Nacional Brasil sem Aborto, Allan Araújo, assim como existem os estatutos da criança e do adolescente, da pessoa com deficiência e do idoso, o Estatuto do Nascituro complementa essas outras normas, garantindo assim a proteção a todas as fases da vida humana.
Destaca ainda que o PL 478/07 está em plena consonância com o Código Civil Brasileiro, no que diz respeito aos direitos da personalidade e da capacidade. Por fim, ressalta que não consta mais do texto em apreciação na Comissão da Mulher o auxílio financeiro à gestante, previsto originalmente pela proposta.
Tramitação – Em 2010, o Estatuto do Nascituro foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF). E em 2013, pela Comissão de Finanças e Tributação (CFT). Se aprovado pela Comissão da Mulher, segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), da Câmara dos Deputados.
Serviço:
Votação do Estatuto do Nascituro (PL 478/07)
Data: 14 de dezembro (quarta-feira)
Local: Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados – Plenário 14, Anexo II
Horário: a partir das 13h30
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Com o tema #AsDuasVidasImportam, a transmissão da live contou mais uma vez com o apoio da TV Mundo Maior, de São Paulo, e foi conduzida de forma voluntária pela cantora Mari Rocha e pela fundadora do Cervi/SP, Rose Santiago. A live foi transmitida pelos canais do Brasil sem Aborto no Youtube, Instagram e Facebook, além de mais de 20 canais que retransmitiram o evento online.
O tema escolhido para a edição deste ano da Marcha Nacional pela Vida faz parte da campanha #AsDuasVidasImportam, lançada em dezembro do ano passado pelo Movimento Brasil sem Aborto. Ao lançar a campanha, o site do Brasil sem Aborto disponibilizou uma lista de instituições de apoio às gestantes divididas em dois segmentos: com e sem abrigamento.
Ao longo de toda a live, as apresentadoras conduziram o público por uma grande “marcha” pelas regiões do Brasil para apresentar o trabalho de algumas dessas instituições de apoio às gestantes. Na região sul, os espectadores conheceram o Servi/RS e o Lar Preservação da Vida/PR. No centro-oeste, Santos Inocentes/DF, Lar Maria de Nazaré/DF e Casa Tranistória Amor de Mãe/GO. No Sudeste, Cervi/SP, Associação Filhos da Luz/SP e a Associação Guadalupe/SP. E na região nordeste, o Centro Humanitário de Amparo à Materninda – Chama/CE.
Durante o evento, foi lançado o vídeo da segunda etapa da campanha #AsDuasVidasImportam. Nessa etapa, em parceria com o Cervi/SP, a Associação Guadalupe/SP e o Lar Preservação da vida/PR, o Movimento Brasil sem Aborto disponibilizou contatos para o acolhimento de gestantes. Assista ao vídeo.
Participações especiais – A primeira convidada foi a presidente do Movimento Brasil sem Aborto, Lenise Garcia. Em sua participação, ela falou sobre o livro “Abortos forçados”, do qual é coautora, e destacou casos em que a mulher é forçada a abortar. Segundo ela, o subtítulo do livro “Como a legalização do aborto tira das mulheres seus direitos reprodutivos” é uma reflexão sobre a expressão “direitos reprodutivos”, usada frequentemente por aqueles que defendem a legalização do aborto, como se o aborto fosse um direito. Lenise explicou que há uma contradição nesse uso, tendo em vista que direitos reprodutivos seria o direito da mulher de ter os seus filhos. “É exatamente nesse sentido que queremos mostrar que a legalização do aborto muitas vezes vai trazer a mulher para uma situação de ser forçada a abortar, como de fato ela já é na maior parte das vezes com o aborto clandestino”, comentou.
Outra participação especial foi do presidente de honra do Movimento Brasil sem Aborto, Jaime Ferreira Lopes. Ele destacou que a marcha deste ano é um marco porque o Movimento Brasil sem Aborto completa 15 anos. Jaime Lopes assinalou que o tema desta marcha #AsDuasVidasImportam “quer nos chamar a atenção para o valor da vida, seja a que está no ventre materno, seja a mãe que está gerando esta nova vida humana. Ambas são vidas e devem ser protegidas e amadas”. O presidente de honra do Brasil sem Aborto também relacionou a pandemia sanitária que estamos vivendo com a “pandemia silenciosa dos abortos que ceifam vidas todos os dias no planeta”. E destacou o trabalho daqueles que se empenham em defender a vida, buscando, por meio de aconselhamento e acolhimento, impedir que as mulheres que pensam em fazer um aborto desistam.
Também representando o Movimento Brasil Sem Aborto, Lourivan Macedo, coordenador do Comitê Goiano, falou a importância das marchas pela vida, tanto presenciais quanto virtuais. E citou que o comitê realiza há 13 anos marchas em defesa da vida de forma ininterrupta. E trazendo a experiência de outro formato de marcha, Thelma Albano, do Comitê do Espírito Santo, contou como foi a carreata em defesa da vida realizada em Vitória (ES).
A 14ª Marcha Nacional pela Vida ainda contou com a participação da secretária nacional da família do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Ângela Gandra, e do secretário de atenção primária à saúde do Ministério da Saúde, Raphael Câmara. Os dois falaram sobre o trabalho em defesa da vida e de apoio à gestante realizado pelas secretarias que atuam.
Também marcaram presença na Marcha Nacional pela Vida o pastor Ranulfo Nascimento, da Igreja Batista Monst’Serrat do Rio Grande Sul, e Dom Ricardo Hoepers, presidente da Comissão para a Vida e a Família da CNBB.
Saúde da mulher – Outro tema abordado durante a live foram as consequências do abortamento provocado para as mulheres. A médica de família Patrícia Junges Frantz falou sobre os aspectos psicológicos e a ginecologista obstetra falou sobre os aspectos físicos.
E a ginecologista, obstetra, homeopata, ayurveda e mestre em Saúde Pública, Luciana Lopes Lemos, fez uma reflexão sobre o aborto. “Nenhuma mulher sai de um aborto provocado melhor, mais feliz, mais bonita, mais empoderada, mais iluminada”, frisou.
Atrações artísticas – A 14ª Marcha Nacional pela Vida também teve diversas atrações artísticas. Logo no início, o músico Alonso Albuquerque cantou a música “Brasil pelas Duas Vidas”. E o cantor Nando Cordel, autor da música-símbolo das marchas pela vida “Paz pela Paz”, ofereceu ao Movimento Brasil sem Aborto a honra de lançar sua mais recente canção em defesa da vida: “Me deixe nascer, eu quero viver”, que emocionou o público.
A cantora Elba Ramalho também marcou presença. Ela recitou o poema “Mãe”, de Mário Quintana. E no finalzinho da marcha, Giovanna Carazza, de apenas 4 anos, cantou a música “Brasil pelas Duas Vidas”, de Alonso Albuquerque. A live foi encerrada com a música “Me deixe viver”, da apresentadora e cantora Mari Rocha e amigos.
Homenagem – Ao final, o professor Humberto Vieira (1938-2015), fundador da Associação Nacional Provida e Pró-família, o Dr. João Carlos Biagini (1948-2021), membro efetivo e diretor da União dos Juristas Católicos de São Paulo, e o Sr. João Rodarte Rosa de Oliveira (1956-2021), cofundador da Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza foram homenageados.
Clique aqui para assistir a live da 14ª Marcha Nacional pela Vida
]]>Allan Araújo, organizador da Marcha Virtual pela Vida e secretário-geral do Movimento Brasil sem Aborto, explica que o tema escolhido para a edição deste ano da Marcha Nacional pela Vida faz parte da campanha #AsDuasVidasImportam, lançada em dezembro do ano passado pelo Movimento Brasil sem Aborto. A campanha tem o objetivo de divulgar o trabalho de diversas instituições de apoio à gestante espalhadas pelo país. Para ele, a divulgação desse trabalho é uma forma de oferecer às gestantes referências de apoio em suas localidades e também de interação e troca de experiências entre as diversas casas de apoio existentes em nosso país.
Você pode participar enviando comentários e também postando em suas redes sociais. Participe de onde você estiver, usando a hashtag #AsDuasVidasImportam. Marque em sua agenda e convide amigos e parentes. E não esqueça de se inscrever em nosso canal do Youtube (brasilsemabortooficial).
Anote aí:
14ª Marcha Nacional pela Vida
Data: 15 de junho (terça-feira)
Horário: a partir das 20h
Local: canal do Youtube do Movimento Brasil sem Aborto
Facebook: @brasilsemabortooficial
Instagram: @brasilsemaborto
Twitter: @brasilsemaborto
Baixe o cartaz da 14ª Marcha pela Vida contra o Aborto
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